terça-feira, 7 de setembro de 2010
O CARA DA T.I.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
PORQUE PROGRAMAÇÃO É IGUAL A SEXO
° Um erro de cálculo e você tem que proporcionar suporte pelo resto da vida.
° Quando você começa só termina quando está exausto.
° É preciso outra pessoa com a mesma experiência para dar valor ao que você faz.
° Por incrível que pareça, tem gente que se orgulha em não saber como é.
° Você pode fazer por prazer ou por dinheiro.
° Se você passa mais tempo fazendo do que vendo TV, as pessoas acham que você é algum tipo de maníaco
° Não é um assunto apropriado para refeições em família.
° Nas escolas públicas não ensinam as crianças a fazer direito, nem sequer explicam nada sobre o assunto.
° Se você tenta explicar em termos clínicos, não faz sentido algum.
° Algumas pessoas nascem com o dom para fazer direitinho
° E algumas são péssimas e não percebem isso, mesmo que você tente convencê-las elas ainda acham que são ótimas.
° Existem algumas pessoas esquisitas com práticas bizarras e técnicas com as quais ninguém se sente confortável
° Dá pra fazer uma rapidinha durante o almoço.
° Todos agem como se fossem os primeiros a inventar uma nova técnica.
° Todos que já fizeram ao menos uma vez sacaneiam os que nunca fizeram.
° Iniciantes cometem erros e se enrolam, mas sempre acabam dando um jeitinho de chegar ao final.
° Se ficar muito tempo sem fazer, você sente falta e parece que o negócio vai “subir pra cabeça”
° Tem sempre alguém escrevendo livros sobre a “maneira certa” de fazer.
° Não dá muito certo quando você está bêbado, mas você sempre tenta mesmo assim.
° Ás vezes é mais divertido quando você usa “aparelhinhos e brinquedinhos” caros pra dar uma incrementada na coisa.
° É muito mais rápido quando você faz sozinho.
° Quando mulheres ouvem homens falando desse assunto elas se afastam.
° Se você não toma muito cuidado, alguma coisa sempre acaba “pegando”.
° E depois que dá problema é chato, difícil, e muito embaraçoso resolver.
sábado, 12 de junho de 2010
Os paradoxos que atormentam a humanidade
Está a fim de filosofar um pouco hoje? Se estiver, ótimo. Aqui vão doze paradoxos que prometem deixá-lo pensando por um longo tempo. Só uma coisa: se estiver com hora marcada para alguma coisa, não discuta um desses problemas com ninguém. A conversa certamente vai se prolongar e você vai se atrasar.
“Deus é capaz de fazer uma pedra tão pesada que nem ele possa levantar”? Nessa questão reside um paradoxo de discussão interminável. É muito simples: se ele pode tudo, tem que ser capaz de também fazer essa pedra. Mas se isso for verdade, ele não é capaz de tudo, porque não pode levantar a pedra que ele mesmo criou.
Um grão de areia não poder ser considerado um monte de areia, certo? Bem, considere a seguinte situação: um milhão de grãos de areia faz um monte, correto? Agora, esse monte de areia menos um grão continua sendo um monte, não é? Se tirarmos mais um, ainda assim é um monte, certo? Então, repetindo essa operação por várias e várias vezes, chegaremos ao ponto em que haverá apenas um grão de areia, e esse grão de areia será também um monte. A questão é: quantos grãos de areia fazem um monte?
Imagine um conjunto qualquer de números naturais. Pense neles como “interessantes” (que tenham alguma característica relevante, como ser o primeiro número primo, ser o maior do conjunto, o menor, qualquer característica) e “desinteressantes”.
A premissa é a seguinte: é impossível haver números desinteressantes. Pelo seguinte motivo: suponha que você separa, em um conjunto, os números interessantes dos desinteressantes. Entre os desinteressantes, certamente haverá o menor de todos, o menor dos desinteressantes. Assim, ele tem uma característica relevante, e passa para o grupo dos interessantes. Então, o que era o segundo menor dos desinteressantes passa a ser o menor, portanto, é também relevante, e passa aos interessantes. Assim vai até que não haja mais nada no conjunto dos desinteressantes.
Para um objeto se mover, sua posição no espaço deve mudar, certo? Pois bem, esse paradoxo do filósofo grego Zeno de Eleia (495 a.C – 430 a.C) diz que os objetos não se movem. Considere um instante como uma fotografia, cada espaço de tempo é uma fotografia na qual o objeto está parado. O exemplo usado por Zeno é o de uma flecha voando pelo ar. Se pudéssemos pegar o máximo de fotografias possíveis durante o movimento, em todas elas o objeto está parado, ou seja, ele jamais se moveu.
Mais um paradoxo relacionado aos gregos, e mais uma vez sobre movimento. Aqui a situação é essa: imagine que o guerreiro Aquiles vai apostar corrida contra uma tartaruga. Aquiles dá à tartaruga uma vantagem de 30 metros. O paradoxo diz que Aquiles jamais conseguirá ultrapassar a tartaruga, pela seguinte razão: Quando Aquiles percorrer esses 30 metros, a tartaruga terá percorrido, digamos, 3 metros. Assim, quando Aquiles chegar aos 30 metros, que foi o ponto inicial da tartaruga, ele terá ainda que percorrer a distância que o separa da tartaruga para alcançá-la. Quando ele percorrer esses 3 metros adicionais, no entanto, ela já terá percorrido mais um metro, por exemplo. Se seguirmos essa lógica, Aquiles nunca poderá ultrapassar a tartaruga. Porque, sempre que ele chegar ao ponto em que a tartaruga estava quando ele atingiu o ponto anterior dela, ela já terá andado um pouquinho mais.
O paradoxo original é de autoria, segundo consta, de Aristóteles, mas foi “oficializado” pelo filósofo Jean Buridan no século XIV. Eis a história: um burro, quase morrendo de sede e fome, encontra, ao mesmo tempo, uma tigela de água e um monte de feno. Indeciso, ele fica ponderando sobre qual a decisão a tomar: se mata primeiro sua sede para então matar a fome, ou vice versa. Ele morrerá de ambas as coisas antes que consiga tomar uma decisão final.
Um homem condenado à forca é sentenciado da seguinte forma: ele será executado em um dos dias de semana seguinte (um dia de semana), ao meio-dia, mas será uma surpresa. O juiz afirma que ele não saberá qual o dia do enforcamento até o instante em que, ao meio-dia, o carrasco baterá à porta de sua cela. Ao ouvir isso, o condenado começa a refletir, e chega a uma maravilhosa conclusão: ele não poderá ser executado! Pelo seguinte motivo: ele começa concluindo que o enforcamento não pode ser numa sexta. Se ele não acontecer até quinta, significa que só poderia ser na sexta, ou seja, não será uma surpresa para ele. Assim, o enforcamento só pode acontecer entre segunda e quinta. Daí, ele usa o mesmo raciocino: se chegar quarta-feira à noite e ele não for executado, não poderá mais. Porque sexta é impossível, e quinta, sabendo disso, não será também uma surpresa. Com quinta-feira descartada, só lhe restam segunda, terça e quarta, e o mesmo raciocínio é aplicado, até que o enforcamento não possa acontecer. Confiante, ele vai para a cela convencido de que não poderá ser enforcado. Quarta-feira, ao meio-dia, o carrasco bate à porta. Como ele estava crente que não seria executado, foi uma surpresa: o juiz não mentiu.
Imagine uma pequena cidade aonde há apenas um salão de barbearia. Nem todos os homens da cidade vão ao barbeiro, assim, a população masculina da cidade pode ser dividida em dois grupos: os que se barbeiam sozinhos e os que vão ao barbeiro. Logo, assumimos que o barbeiro faz a barba de todos os homens que não barbeiam a si mesmos, certo? Mas aí caímos no seguinte paradoxo: o barbeiro faz ou não faz a sua própria barba? Se não fizer, ele (como “consumidor”) deve fazer a própria barba, ou seja, ele faz a sua barba! Mas se ele faz a própria barba, sua pessoa (como consumidor) entra no grupo dos que não fazem a própria barba (por isso vão ao barbeiro). Assim, se ele faz a própria barba, ele não faz a própria barba! Pense, pense…
Epimênides (cerca de 600 a.C) assegurava que Zeus era imortal. E afirmava isso com o seguinte poema:
Formaram uma tumba para ti, ó santo e elevado
Os cretenses, sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos!
Mas tu não és morto, tu vives e permaneces para sempre,
Pois em ti vivemos, nos movemos e temos nosso ser.
Ele chamava todos os cretenses de mentirosos. Mas ele próprio também era cretense. Assim, surge o paradoxo: se todos os cretenses são mentirosos, ele também é. Mas ele disse que todos são mentirosos. Se ele também é, isso é uma mentira, então todos são verdadeiros. Mas se todos são verdadeiros, ele também é (porque é um cretense). Mas ele disse que todos são mentirosos… e assim continua até você desistir de achar a solução.
O Filósofo Protágoras (492 a.C) estava instruindo um discípulo, Euatlo, a arte da retórica e argumentação, para falar aos tribunais. Para comprovar a eficácia dos ensinos de Protágoras, eles fizeram o seguinte acordo: se Euatlo vencesse seu primeiro caso no tribunal, ele pagaria o preço do ensino a seu mestre; caso contrário, não pagaria. Aí, Protágoras fez o seguinte: processou Euatlo pedindo a quantia estipulada. Protágoras afirmou que ele seria pago de qualquer jeito. É claro, se Euatlo fosse derrotado no tribunal, teria que pagar a indenização, mas se vencesse, pagaria o preço de acordo com o trato feito. Aí, Euatlo replicou, dizendo o contrário: que não poderia pagar de jeito nenhum. Ora, se vencesse o julgamento, este dizia claramente: Euatlo não deve pagar Protágoras. Por outro lado, se Protágoras vencesse o caso, Euatlo não deveria pagá-lo, porque o acordo diz que Euatlo só precisa pagar seu mestre se vencer no tribunal.
O que acontece quando uma força irresistível encontra um objeto irremovível? Não há solução, certo? Pelo menos uma dessas duas coisas não pode existir. Como um exercício de lógica, esse raciocínio poderia ser considerado. Do ponto de vista físico, no entanto, é inconcebível. Por um lado, até mesmo uma força minúscula causa alguma aceleração em um objeto. Por outro lado, uma força irresistível iria requerer energia infinita, e isso não existe no universo.
Esse é para ficar pensando até enjoar. Fala sobre até onde chega a nossa visão do universo. Compare o espaço sideral (e considere ele como aquilo que nós vemos ao olhar para o céu à noite) com um campo de girassóis, por exemplo. Se o final desse campo de girassóis está além da sua visão, o que você vê? Bem, no começo você consegue ver cada girassol individualmente, mas à medida que a visão vai se afastando você passa a ver somente uma massa amarela, não é? Agora pense no universo: também não existem inúmeras estrelas além da Terra, todas elas emitindo uma luz branca? Se for assim, porque também não vemos uma massa completamente branca no céu?
Por isso, foi criada a teoria de que, de qualquer ponto do planeta, a nossa visão vai até a superfície de cada estrela. Assim, o que nós enxergamos ao olhar para o céu é um conjunto de incontáveis visões, cada uma delas indo até a superfície de determinada estrela (se todas elas se prolongassem pelo infinito, não deveríamos ver uma massa branca?). Mas a questão que permanece é: como isso pode ser verdade? Como é possível enxergar cada estrela somente até onde ela começa, e não além disso? [Listverse]
terça-feira, 8 de junho de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
10 tipos Porre de Namorada
1) A imaculada
Também conhecida como “menina de família”, é aquela que você vai penar como um louco para conseguir um beijo, quanto mais uma noite de amor. Ela vem com o discurso de que “não é como as outras meninas e não se entrega fácil” ou que “precisa conhecer muito bem o cara antes de qualquer coisa” e então, meu amigo, você vai ter que provar a todo o momento que é um rapaz direito e que suas intenções são as melhores possíveis (sejam lá quais forem as dela). E ai de você se cometer algum deslize ou avançar para algo que ela ainda não liberou. Vai voltar à estaca zero e ter que começar tudo de novo.
2) A “Jeannie”
Lembra daquele delicioso seriado do tempo da TV à lenha que o cara acha uma lâmpada mágica e de dentro sai uma deliciosa gênia loura? Pois é, fez a fantasia de nossos pais e tios, e todo mundo queria uma mulher assim. Mas os tempos são outros, meu caro. As Jeannies querem te agradar o tempo todo, aparecem e ligam a todo momento para ver se você está bem ou se precisa de alguma coisa, e não dão espaço para você respirar. Não está acreditando? Imagine que marcou uma noitada de pôquer na sua casa com seu mais íntimo bando de caras e lá pelas tantas, ela surge do nada com salgadinho, cerveja, cigarros e fica a noite toda bancando a garçonete. Todos vão achá-la o máximo. Você vai xingá-la mentalmente. E ela vai lhe chamar de “amo”.
3) A “botequeira”
Ela bebe mais que um estivador, fala mais palavrão que a torcida do Palmeiras nesse campeonato paulista (antes que você diga algo, sou palmeirense) e seguramente vai arrumar alguma confusão até o final da noite. E quem fica para consertar as coisas? Sim, você. Aí, dá-lhe fazer cara de paisagem quando ela cisma em brigar com garçom, vomita na mesa ou provoca o cara mais forte e a mulher mais mal-encarada do bar. E só um pensamento corre na sua cabeça: ela é o filho que meu pai sonhou ter.
4) A “Gollum”
Ela olha para você e diz “meu precioso”. Possessiva e ciumenta, ao se relacionar com uma garota dessas você deve dar adeus ao convívio com qualquer outro ser do sexo feminino, excetuando sua mãe e sua irmã (mas suas primas não podem, “aquelas piranhas”). Sabe a menina que você trabalha lado a lado há três anos na empresa e foi padrinho do filho dela? Está dando em cima de você. A caixa da loja que disse “obrigado, volte mais vezes”? Você deu mole para ela. Com certeza ela vai cismar até com a gravação que toca nas cancelas de estacionamento de shopping agradecendo a sua visita.
5) A “controller”
É mais ou menos como a “gollum”, mas seus amigos estão incluídos no pacote de proibições, porque, segundo elas, são uns cafajestes que só pensam em vadiar. E com essa ideia em mente, ela passa a lhe perseguir 24 horas por dia, quer saber a todo o momento onde você está, com quem e a que horas estará em casa. E o mais terrível é que se você bronquear, ela vai fazer aquela cara de cachorro molhado e dizer: “eu me preocupo com você. Só quero seu bem”.
6) A “Messalina”
Ela é um espetáculo na cama, tem um furor de dar inveja, e é algo que a maioria dos homens quer. Os problemas surgem quando ela começa a se insinuar para seus amigos, colegas de trabalho e familiares, ou quando passa a cancelar os encontros com você para “trabalhar” ou “ficar em casa”, e quando você liga, ela não está lá. Aí, pode ter certeza que muita gente já sabe de suas habilidades sexuais.
7) A “super independente”
Subproduto da liberação feminina dos anos 60 e 70, ela parte do princípio que não precisa de homem para nada. Aí você se torna acessório para passeios. Ela se ofende se você abrir a porta do carro (“eu tenho braços, moço”, diz com um sorriso sarcástico), se você cogitar pagar a conta ou tiver qualquer ato de cavalheirismo (o que atrai o ódio das outras mulheres, que as culpam justamente por fazer sumir os cavalheiros da praça). E o pior, ela conduz tudo, decide tudo e se você se encaixar em seus planos, pode acompanhá-la. Senão, ela lhe põe de volta na caixa e lhe guarda no armário.

A “super dependente”
Ao contrário da anterior, essa não toma nenhuma decisão. Para nada. Você decide onde vão, a que horas vão, o que vão comer e como vão vestidos. E não é porque ela é machista ou algo assim, e sim, porque simplesmente ela não tem personalidade nenhuma. É uma casca vazia.
9) A “camaleoa”
Ela é um doce com você. Adora o que você fala, lhe curte muito, mas na frente de seus amigos e dos seus parentes se transfigura. Fecha a cara e consegue ser o mais desagradável possível, a ponto de pessoas próximas a você não lhe convidarem para mais nada para não terem que cruzar com a figura. Estranhamente isso não acontece quando você está com os amigos e parentes dela. E o difícil é conseguir convencer os outros que com você ela é o máximo. Ou talvez você está tentando convencer a si mesmo?
10) A “e ainda por cima é bonita e gostosa”
Esta é a pior de todas. Ela reúne uma ou várias características que descrevemos acima, mas tem um rosto lindo e um corpo deslumbrante. E só podemos pensar que Deus dá mesmo rapadura a quem não tem dentes.


